Sítio Entoá

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[CONSUMO CONSCIENTE] Em dias de BLACK FRIDAY…

COMO SEU DINHEIRO PODE MUDAR A ECONOMIA?

Tem circulado nas redes o texto #compredopequeno: “Para quem vai comprar seus presentes de Natal…” (leia na íntegra ao final).

MAS COMO MEU DINHEIRO PODE MUDAR ALGUMA COISA???

POR EXEMPLO: Nós somos pequenos produtores do vilarejo da Lapinha da Serra – MG, fazemos artesanalmente produtos naturais do Cerrado: Conheça nosso catálogo 🌿

FUNCIONA ASSIM: Suponha que você compra um produto nosso na Feira Terra Viva. Com este dinheiro, além de apoiar esta rede de produtores, nós pagamos a alimentação da nossa filha na escolinha comunitária Jardim dos Cristais, que por sua vez compra o pão integral do Padma Chai, que encomenda o ovo da Dona Ana, que toma um sorvete artesanal no Casulo, que compra o leite do Seu Luiz, que vai lá pra Santana do Riacho e compra carne regional no açougue da Adriana, que compra uma atadura na Drogaria do Fernando, que vai pra Serra do Cipó e compra um queijo no Mercadinho Tá Caindo Fulô, que volta pra Lapinha se hospedando na casinha da Jorgina e assiste um show do Vilmar no Bistrô, que compra um doce com a Dona Zélia na feirinha local… e aí vai… fazendo o dinheiro circular na nossa comunidade e região, gerando prosperidade a nível local e empoderando os pequenos em suas atividades produtivas de baixo custo e baixo impacto ambiental.
MAS VOLTANDO UM POUCO… se o Seu Luiz assiste TV e desiste do açougue da Adriana e compra o pernil da Friboi, que pertence ao grupo JBS (também dona da Seara, Shampoo OX, Canal Rural…), que alimenta o seu gado com soja transgênica da Monsanto, que… 😲
QUE DIFERENÇA FAZ??? O seu dinheiro, além de financiar o desmatamento da Amazônia para produção de pasto, vai contribuir para a concentração de renda dos megaempresários, que enchem os bolsos dos políticos marionetes, que estão retirando nossos direitos e governando a favor dos grandes! 😡 O poder da distribuição de renda não virá de cima…
O QUE VOCÊ QUER FINANCIAR COM SUAS COMPRAS???
ACREDITE! SEU DINHEIRO TEM PODER! SEU CONSUMO VALE MAIS QUE SEU VOTO!
COMPRE DO PEQUENO E MUDE A REALIDADE DA ECONOMIA E DA POLÍTICA!!!

VOLTANDO AO TEXTO ORIGINAL… “Para quem vai comprar seus presentes de Natal, vai aqui uma sugestão: comprem os presentes de pequenas empresas. Da vizinha que vende por catálogo, das mulheres e mães empreendedoras, de artesãos, das lojas do bairro, da doceira que faz doces artesanais, do rapaz que tem uma banca no mercado… Façamos o dinheiro chegar às pessoas comuns e não às grandes multinacionais. Assim haverá mais gente a ter um melhor Natal. Apoiemos a nossa gente! Se acha que é uma boa proposta, copie, cole e mande para seus contatos. #CompreDoPequeno

 

#consumoconsciente #economiasolidaria #seuconsumovalemaisqueseuvoto #presentedenatal

 

🌿 POR UMA ECONOMIA MAIS SOLIDÁRIA E MENOS SOLITÁRIA!

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Recado das Flores do Cerrado

O Cerrado é cura, é vida, é equilíbrio!

Para abrir a primavera…
As Flores do Cerrado chamam para o despertar da consciência humana!

Em nossa região a primavera é época das secas e infelizmente todo ano a prática das queimadas persiste, porque a ignorância humana persiste. Temos que lembrar que toda vida é sagrada e merece respeito. Que a planta que é derrubada hoje, poderia ser o seu remédio de amanhã. Vivemos no bioma do cerrado e percebemos uma crescente e desordenada ocupação humana, que destrói a cada dia as espécies nativas e interferem no equilíbrio do meio ambiente. Percebemos o impacto das construções, grandes plantações e pastagens que compactam e acabam com tantas vidas…

Vamos compreender que o Bioma do Cerrado é das maiores biodiversidades do mundo. Berço das águas das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul: Amazonas/Tocantins, Prata e São Francisco.

Sentimos hoje na pele o impacto das mudanças climáticas, não há como negar, elas são o resultado da destruição dos diversos biomas. Pois eles são interdependentes, assim como nós também somos.

A Permacultura oferece alternativas para minimizar o impacto humano:

Se você vai construir em um bioma nativo, peça licença ao lugar, pois ele é sagrado. Mude seus hábitos. Adote sistemas sustentáveis que te conectam e te integram com a terra, como a Bioconstrução.

Se você vai plantar, adote tecnologias agroecológicas que respeitam a biodiversidade, como as agroflorestas e o plantio de sementes crioulas que detêm a sabedoria da terra.

Se você vai criar pastagens, lembre-se que muitas das plantas do cerrado são forrageiras, você não precisa derrubar um bioma para alimentar o gado, você pode integrá-lo e eles irão agradecer as árvores que dão alimento, sombra e proteção.

A humanidade hoje está plena de tecnologias integrativas, que minimizam o impacto das ações humanas na terra e melhoram as condições de vida no planeta. Busquem, pesquisem, pratiquem estas tecnologias. Mudem seus paradigmas, pois já passou da hora da humanidade lembrar que sua missão é fazer desde mundo um mundo melhor para todos os seres, em comunhão, respeito mútuo, compreensão, tolerância e amor.

Lembrem-se que o Cerrado é um berço de vida! VAMOS PRESERVÁ-LO!

Links para saber mais!

Produtos naturais e artesanais – Consciência do Cerrado

Habite o Cerrado de forma sustentável e integrada – Faça uma visita guiada no Sítio Entoá

Ecovida São Miguel – Projeto Consciência do Cerrado

Ministério do Meio Ambiente – Importância do Cerrado

ICMBIO CERRADO – Conservacao-da-biodiversidade

Cerrado: a caixa d’água do Brasil

 


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RECICLE-SE!

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Vivemos um momento da humanidade onde precisamos romper os antigos padrões e recriar o mundo.
Acreditamos que a mudança efetiva só será possível com a transformação de cada indivíduo, contribuindo com o todo. Então fazemos este convite:

RECICLE-SE!

Por mais tolerância, respeito, cultura de paz, adoção de hábitos sustentáveis, união, amor e principalmente auto-transformação…

 


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Recado das Flores do Cerrado

O Cerrado é cura, é vida, é equilíbrio!

As Flores do Cerrado clamam pelo despertar da consciência humana!

Chegou a época das secas e infelizmente todo ano a prática das queimadas persiste, porque a ignorância humana persiste. Temos que lembrar que toda vida é sagrada e merece respeito. Que a planta que é derrubada hoje, poderia ser o seu remédio de amanhã. Vivemos no bioma do cerrado e percebemos uma crescente e desordenada ocupação humana, que destrói a cada dia as espécies nativas e interferem no equilíbrio do meio ambiente. Percebemos o impacto das construções, grandes plantações e pastagens que compactam e acabam com tantas vidas…

Vamos compreender que o Bioma do Cerrado é das maiores biodiversidades do mundo. Berço das águas das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul: Amazonas/Tocantins, Prata e São Francisco.

Sentimos hoje na pele o impacto das mudanças climáticas, não há como negar, elas são o resultado da destruição dos diversos biomas. Pois eles são interdependentes, assim como nós também somos.

A Permacultura oferece alternativas para minimizar o impacto humano:

Se você vai construir em um bioma nativo, peça licença ao lugar, pois ele é sagrado. Mude seus hábitos. Adote sistemas sustentáveis que te conectam e te integram com a terra, como a Bioconstrução.

Se você vai plantar, adote tecnologias agroecológicas que respeitam a biodiversidade, como as agroflorestas e o plantio de sementes crioulas que detêm a sabedoria da terra.

Se você vai criar pastagens, lembre-se que muitas das plantas do cerrado são forrageiras, você não precisa derrubar um bioma para alimentar o gado, você pode integrá-lo e eles irão agradecer as árvores que dão alimento, sombra e proteção.

A humanidade hoje está plena de tecnologias integrativas, que minimizam o impacto das ações humanas na terra e melhoram as condições de vida no planeta. Busquem, pesquisem, pratiquem estas tecnologias. Mudem seus paradigmas, pois já passou da hora da humanidade lembrar que sua missão é fazer desde mundo um mundo melhor para todos os seres, em comunhão, respeito mútuo, compreensão, tolerância e amor.

Lembrem-se que o Cerrado é um berço de vida! VAMOS PRESERVÁ-LO!

Links para saber mais!

Produtos naturais e artesanais – Consciência do Cerrado

Habite o Cerrado de forma sustentável e integrada – Faça uma visita guiada no Sítio Entoá

Ecovida São Miguel – Projeto Consciência do Cerrado

Ministério do Meio Ambiente – Importância do Cerrado

ICMBIO CERRADO – Conservacao-da-biodiversidade

Cerrado: a caixa d’água do Brasil

 


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Epifania

Sempre fui um pouco “gauche na vida”, meio fora do dentro. Acho que realmente nunca quis ser “in” e, nas vezes que tentei, sempre me senti um estranho no ninho. Meus monstros, minhas dúvidas. Meus sonhos, pequenos desejos de uma alma aturdida pela monótona certeza dos séculos. Cheguei a acreditar nas nações, nas bandeiras, mas tudo tendeu ao niilismo. Humano, demasiadamente humano, duvidei das verdades, pus em xeque meu destino, mudando o nome de dinastias infindáveis, fadadas à loucura inevitável dos 100 anos de solidão. Me reinventei no amor construído, nos tempos do cólera, nos temperos da vida, mas nunca deixei de lado essa estranha sensação drumoniana de “não fazer parte”. Acho que me desencaixei em algum momento ou talvez eu possa mesmo ser um alienígena. Não voto, não tenho time. Não acredito mais nos conceito de nação e reinventei o de família. Achando tudo sempre muito estranho e absurdo, desenvolvi uma ânsia de uma aurea mediocritas, de um fugere urbem, para que eu pudesse viver o tão sonhado carpe diem. E aqui estou, sozinho no meio do mato, numa tarde quente de sexta, escrevendo num notebook um texto que, em breve, publicarei instantaneamente, pelo poder da onipresença digital, a milhares, talvez milhões de pessoas. Peço perdão pelo latim medíocre de professor enferrujado e pelas apropriações indevidas, mas não pude evitar. Se pegassem essa passagem e postassem no facebook, eu poderia ser condenado por plágio. Mas voltemos ao que importa.

O amor à vida é construído intrinsecamente pelo ato de viver. E como viver preocupado com tudo, com as sobrancelhas franzidas de queixas ranzinzas? Quando me encontro no mato longe das pessoas, numa noite que não tem mais fim, desconfio de que não podemos desperdiçar nosso precioso tempo com preocupações fugazes e banalidades coletivas; não podemos mais! Esta vida é muito curta para a gastarmos com as pequenezas das inverdades coletivas instantâneas. No meio do mato, perto dos escorpiões e das cobras, descobri o valor intrínseco de cada coisa, que não pode ser medida apenas pelas lentes luminosas ou pelos valores financeiros ou pelos estatísticos números. Aqui não valem as opiniões digitais pós-contemporâneas, difundidas à exaustão; verdades convenientes momentâneas, mas tão voláteis, por terem bilhões de irmãs fadadas ao mesmo esquecimento dos segundos. O que realmente importa, no fim das contas, é nos amarmos e é a chuva. É nos olharmos, nos sentirmos, e é o sol e a terra. É nos tocarmos mais, nos apoiarmos mais em nossos sonhos, para nos lembrarmos de nós mesmos e para que seja eterno enquanto dure.

Andamos meio esquecidos de nós mesmos. E isso, porque confiamos muito nos grandes sistemas, nas grandes estruturas, que nos ensinam a felicidade do TER. Se não começarmos a pensar e agir no local, no pequeno, não há solução. Se não conseguirmos nos resolver com nossos vizinhos, estamos perdidos. Se por políticos corruptos distantes, um pai e um filho se odiarem, não há saída. Grandes países, grandes empresas, grandes edifícios. Tudo que é sólido se desmancha no ar, e quanto maior a estrutura, maior o tombo. Isso, já ensinavam os livros de história e os tapetes de areia budistas. Peço perdão novamente pela filosofia barata e existencialismo medíocre. Por favor, não postem uma frase solta do seu contexto, ou poderiam me condenar de comunista budista.

Na semana passada, passei pra meus alunos um tema de redação: As diversas crises pelas quais estamos passando e propostas de superação. E por estar trabalhando o tema, pensei muito sobre essas crises, naturais nos momentos de decadência societária. Tenho conversado com muita gente e o que tenho visto como padrão é um frenesi e um cansaço comunicativo, agravado por uma saturação informativa, num contexto de fragmentação semântica, que desvincula a realidade palpável da realidade co-construída, que e retroalimentada por comentários que beiram a insanidade coletiva. Estou vendo pais brigarem com filhos, tios com sobrinhos, irmãos com irmãs, por ideais que nem sequer são ideais, e não passam de banalidades voláteis próprias de uma infantilização societária, travestida de séria, incentivada teatralmente por jornais sérios e aclamados por sérios telespectadores. Por que os olhos estão sendo substituídos pelas telas luminosas? Por que as relações se enclausuram na instantaneidade monótona da onipresença? Hoje estamos em todos e nenhum lugar. Nossa libido é digital. Temos um milhão de amigos virtuais, mas ao nosso lado (ou melhor, na nossa frente), apenas as telas luminosas… Basta ler alguns comentários de internet em torno de qualquer tema e vemos o quão desconectados e infantilizados estamos. Não publiquem as últimas frases desconectadas do contexto, ou poderei ser chamado de sociólogo medíocre. Voltemos ao que importa. O que realmente importa salvar? Em que realmente devemos acreditar? Essa foi parte da problematização dada aos alunos para a difamada dissertação. Mas um fato que ocorreu nesta semana nos fez repensar algumas coisas.

O filho de uma professora da comunidade, um menino de 14 anos, pegou o ônibus e foi pra BH. Já faz uma semana e ninguém sabe do menino. Tomara que tenha sido apenas mais uma fuga de adolescente. Ficamos tocados com a história, já preparando nosso espírito para o estranhamento que viveríamos em breve. Um fato que aconteceu em nossa comunidade e nos pegou de surpresa. Hoje, não foi à toa que tive esta epifania à la Lispector. Hoje, com o país atolado numa crise financeira, à beira de uma crise institucional e política; com o mundo numa profunda crise de consciência coletiva; com o planeta descendo a ladeira na banguela de uma crise ambiental. Hoje, que o dia acordou invertido, com notícias longínquas de um impeachment, aconteceu um evento digno das mais raras epifanias. Um ex-aluno de nossa escola, garoto inteligente, sorridente e, há quem diga, bonito, não suportou a crise. A crise fora mais forte que ele e não lhe deixou saída. Foi achado na obra do pai, dependurado por uma corda ao pescoço, como um estandarte dos tempos incrédulos, como que avisando aos alunos ingênuos que iam pra escola que, talvez houvesse mesmo algo a temer, talvez houvesse mesmo fantasmas e monstros; como que lembrando aos transeuntes que a vida possa mesmo ser tão efêmera quanto uma gota de orvalho e tão breve quanto um soluço no escuro.

Cheguei na escola e havia algo diferente nos olhares. Olhos distantes, pensativos. Novamente, o velho gauche me possuiu, como um espírito em seu cavalo num terreiro de umbanda. O velho calafrio. A dúvida. Na hora, ao pensar no morto e na crise política, fui de Jesus crucificado ao intrépido Hitler. Pensei no esfarelamento das eras e então me lembrei dos que eu amava. Minha família, meus amigos, meus conhecidos, toda a humanidade, meus alunos queridos. Me deu vontade de abraçá-los todos e tentar fazê-los acreditar que talvez, se ficarmos juntos, haja alguma saída. Mas o sentimento do insolúvel era maior que meu desejo e repentinamente eu vi que todos estavam meio epifânicos. Os quietos se exaltavam e os bagunceiros se acalmavam. Alguns olhares vazios. Outros, pensativos. Todos os lugares estavam desconfortáveis e acho que todos nós, de uma certa forma, nos sentimos gauche na vida. Nem eram tantos comentários, tamanho o tabu instantâneo da existência invertida. Ser ou não ser, eis a questão, que podia ser resolvida com uma simples corda e um nó no pescoço. Pensei em cachecóis, colares e gravatas. Pensei nas algemas, correntes e prisões. Tudo que nos dá um nó na garganta. Não pude deixar de fazer um apelo para que não entrassem na normose treinada para uma idiocracia, para que não deixassem se iludir pelos ideais falsos da felicidade consumista, que não se permitissem ser hipnotizados pela mídia, e bla-bla-bla-bla… No final, apenas palavras bonitas… No final, apenas a imagem dos que amamos na vida. Dos irmãozinhos de caminhada com quem podemos dividir tamanhos sofrimentos e tentarmos junto encontrar alguma saída. De nossos companheiros de estrada que, mesmo tatuados, evangélicos ou barbudos, temos a dádiva de poder dividir essa coisa chamada vida. Espero que toda essa insanidade coletiva possa diminuir e que possamos ser mais presentes, ao invés de dar mais presentes. Desculpem –me pelas apropriações de títulos de filmes e livros, além dos ditados ditos na língua nossa ou no latim clássico. Se alguém pegar um fragmento desconectado do contexto e fizer um comentário no facebook, vou preso por plágio, ou por falsidade ideológicas, pois aos rasos é vetada a compreensão das antíteses. Por isso, já peço perdão de antemão.

E para terminar, dou graças por ser um anarquista místico com jeito de ateu e que não tenha que escolher entre ser catélico ou evanjólico em nome de Deus; e que eu não tenha que optar em ser coxalha ou petrinha, todos filisteus . Rezo pelos irmãos que ainda se agarram às mesmices das eras e às pequenas mesquinharias. Pelos que, por causa de opinião ou dinheiro, alimentam briguinhas. Rezo para que possamos nos dar as mãos e sermos capazes de nos reinventar no pequeno tempo que temos e acharmos juntos alguma saída. O que começou como carta aberta, se transvestiu de ensaio e terminou como oração. Assim seja. E desculpem pelo palavriado difícil e os neologismos cultistas. Não publiquem eles fora do contexto original ou poderei ser acusado em primeira instância.

Assim seja. Assim é.

Gustavo Barhuch

ArcoIris_Lapinha_17abril16

Arco-íris na Lapinha da Serra, em 17 de abril de 2016.

E apesar das pequenezas humanas, a natureza permanece soberana!